A Maitê Proença apenas tenho uma coisa a dizer: O humor tem um e um só limite.. esse limite é o bom gosto.
Há anos que uma panóplia de artistas brasileiros, mais e menos conhecidos, vêm a Portugal onde são calorosamente recebidos em tudo que é teatro ou sala de concertos - na maioria das vezes estas produções brasileiras recebem ovações em pé (em todas as peças que assisti foi o caso) mesmo sem serem assim tão merecidas quanto isso em muitos dos casos.
Isto contrasta drasticamente com a falta de receptividade de produções portuguesas no Brasil (praticamente inexistentes, ou quando mostradas, vão legendadas, como se a nossa língua não fosse a deles).
Acho que a nossa forma calorosa de receber os brasileiros deveria ser uma lição para todos els .. talvez aprendam a fazer o mesmo connosco um dia por lá...
E até lá fica mal a uma artista como Maitê Proença, tão bem recebida pelos portugueses, fazer as figurinhas tristes que fez em frente a uma câmara.
Se eu fosse a ela teria vergonha, muita vergonha...
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sábado, 17 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Os mitos do Rendimento Social de Inserção
Já há algum tempo que eu achava que antes de se debater os benefícios e/ou os vícios do Rendimento Social de Inserção (RSI), era necessário conhecer os números. Os números finalmente são hoje divulgados e são bastante elucidativos. Para todos os que têm dito mal do RSI talvez seja bom lerem e relerem os números divulgados.
Estes números são um retrato de um país pobre, um país de desemprego crónico - e para muitos definitivo, um país de gente que tem muito pouco mais do que uns míseros 184 euros por cada membro da sua família - muito longe do país dos preguiçosos delinquentes de alguns, ou até mesmo dos subsidio-dependentes de outros.
Que mais soluções existem para este nosso povo? Muito poucas. A realidade é esta, o RSI tem ajudado muita gente. E mesmo ajudando, pouco ajuda - mas ao menos, ajuda. A pobreza crónica é uma realidade em Portugal - e o RSI traz consigo uma mensagem humanista e de solidariedade para todos.
Compreender o RSI é uma lição de cidadania.
Estes números são um retrato de um país pobre, um país de desemprego crónico - e para muitos definitivo, um país de gente que tem muito pouco mais do que uns míseros 184 euros por cada membro da sua família - muito longe do país dos preguiçosos delinquentes de alguns, ou até mesmo dos subsidio-dependentes de outros.
Que mais soluções existem para este nosso povo? Muito poucas. A realidade é esta, o RSI tem ajudado muita gente. E mesmo ajudando, pouco ajuda - mas ao menos, ajuda. A pobreza crónica é uma realidade em Portugal - e o RSI traz consigo uma mensagem humanista e de solidariedade para todos.
Compreender o RSI é uma lição de cidadania.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Ooops I did it again...
Assumamos, Cavaco Silva não tem mesmo jeitinho nenhum para ser Presidente da República.
Há sempre qualquer coisa de estranho nos seus discursos, principalmente porque fala para não dizer nada em 99,9% dos casos.
Hoje, exaltou os portugueses a defenderem os ideais "republicanos". Exaltou ainda à "transparência na vida pública" e pediu aos portugueses para vencerem a tendência de se lamentarem "de tudo e de todos" . Enfim, por mais que queiramos ter boa-vontade - este é mais um discurso cujo sentido se perde na mensagem que procura transmitir. Um discurso de um presidente quer-se claro, apaziguador, tranquilo... tem de ser uma mensagem que atinja todos os portugueses, que os inspire, que os mobilize... E nisso, mais uma vez, este discurso falha.
Sobretudo porque não passa de um chorrilho de lamentações e de mensagens sobretudo à nossa classe política. Sobretudo, porque ao fazer este chorrilho de mensagens, Cavaco mais uma vez procura interferir na vida política portuguesa, apesar de afirmar a pés juntos que essa não é a sua intenção.
Ainda, os portugueses não precisam de lições de moral mal dadas. Como pode Cavaco falar em transparência na vida pública se ele mesmo proferiu um dos discursos mais insinuantes, ambíguos e encriptados da vida pública portuguesa ainda há duas semanas?
A única conclusão que se pode tirar dos discursos de Cavaco é que este não é um bom Presidente.
Se pensava redimir-se com este discurso, mais uma vez, falhou.
Há sempre qualquer coisa de estranho nos seus discursos, principalmente porque fala para não dizer nada em 99,9% dos casos.
Hoje, exaltou os portugueses a defenderem os ideais "republicanos". Exaltou ainda à "transparência na vida pública" e pediu aos portugueses para vencerem a tendência de se lamentarem "de tudo e de todos" . Enfim, por mais que queiramos ter boa-vontade - este é mais um discurso cujo sentido se perde na mensagem que procura transmitir. Um discurso de um presidente quer-se claro, apaziguador, tranquilo... tem de ser uma mensagem que atinja todos os portugueses, que os inspire, que os mobilize... E nisso, mais uma vez, este discurso falha.
Sobretudo porque não passa de um chorrilho de lamentações e de mensagens sobretudo à nossa classe política. Sobretudo, porque ao fazer este chorrilho de mensagens, Cavaco mais uma vez procura interferir na vida política portuguesa, apesar de afirmar a pés juntos que essa não é a sua intenção.
Ainda, os portugueses não precisam de lições de moral mal dadas. Como pode Cavaco falar em transparência na vida pública se ele mesmo proferiu um dos discursos mais insinuantes, ambíguos e encriptados da vida pública portuguesa ainda há duas semanas?
A única conclusão que se pode tirar dos discursos de Cavaco é que este não é um bom Presidente.
Se pensava redimir-se com este discurso, mais uma vez, falhou.
domingo, 4 de outubro de 2009
Mas o que é que é isto, pá?
Pelos vistos, Manuela Ferreira Leite, a grande perdedora da noite de 27 de Setembro, ainda não aprendeu a lição. A lição é muito simples - não é com arrogância e/ou com ódio politico-partidário que o PSD renascerá.
Este tipo de declarações, a meu ver, apenas arruinam ainda mais o estado já péssimo em que se encontra o principal partido da direita portuguesa. Em primeiro lugar, porque não se encontram em posição de transmitir recados deste tipo ao PS, recados cujo único efeito que têm é transmitir aos portugueses o grande ressabiamento que deve andar por ali. E finalmente, porque Manuela Ferreira Leite foi a GRANDE perdedora das eleições de 27 de Setembro. Dela, os portugueses em geral, e os votantes no PSD em particular, precisam de ouvir um discurso um pouco diferente. Porque ninguém quer mais do mesmo, querem mesmo mudança no seio do partido, como é patente nos fracos resultados do partido
Compreendemos que estamos ainda na campanha das Autárquicas. Mas este tipo de declarações da futura ex-líder do PSD só lhe ficam mal. E era esta mulher que queriam como primeira-ministra...
Este tipo de declarações, a meu ver, apenas arruinam ainda mais o estado já péssimo em que se encontra o principal partido da direita portuguesa. Em primeiro lugar, porque não se encontram em posição de transmitir recados deste tipo ao PS, recados cujo único efeito que têm é transmitir aos portugueses o grande ressabiamento que deve andar por ali. E finalmente, porque Manuela Ferreira Leite foi a GRANDE perdedora das eleições de 27 de Setembro. Dela, os portugueses em geral, e os votantes no PSD em particular, precisam de ouvir um discurso um pouco diferente. Porque ninguém quer mais do mesmo, querem mesmo mudança no seio do partido, como é patente nos fracos resultados do partido
Compreendemos que estamos ainda na campanha das Autárquicas. Mas este tipo de declarações da futura ex-líder do PSD só lhe ficam mal. E era esta mulher que queriam como primeira-ministra...
A raça dos "bufos"
Em Portugal possuímos uma das características mais caricatas de qualquer democracia europeia - a raça dos "bufos".
No nosso país, a proliferação desta raça é fruto de várias décadas de repressão, que proporcionaram um ambiente propício ao aparecimento e respectiva proliferação dos bufos, fenómeno que nem mesmo os nossos 30 anos de democracia conseguiram controlar.
Em Portugal, qualquer Zé Pacóvio (neste caso até é uma Josefina Pacóvia, mas isso não interessa) pode vir a público acusar altas figuras públicas do nosso país de forma totalmente impune. Aliás, em relação diametralmente oposta àquilo que uma sociedade madura e racional deveria fazer, que seria criticar e contestar as acusações - normalmente estas acusações em praça pública até são bem recebidas pela população em geral e apadrinhadas pelos nossos media, que as transformam em telenovelas mediáticas, muito ao estilo daquilo que se lê nas revistas cor-de-rosa que abundam pelo país.
Há muito pouco mais a dizer em relação à historieta da Cova da Moura... infelizmente para os detractores de José Sócrates isto não passa mesmo de uma telenovela mediática baseada nas afirmações de uma tal de "fulana de tal" da qual nunca ouvi falar, e de quem, muito sinceramente, nunca hei-de querer ouvir.
Enquanto em Portugal "fulanos-de-tal" tiverem este tipo poder "bufo", estamos mal. Muito mal.
No nosso país, a proliferação desta raça é fruto de várias décadas de repressão, que proporcionaram um ambiente propício ao aparecimento e respectiva proliferação dos bufos, fenómeno que nem mesmo os nossos 30 anos de democracia conseguiram controlar.
Em Portugal, qualquer Zé Pacóvio (neste caso até é uma Josefina Pacóvia, mas isso não interessa) pode vir a público acusar altas figuras públicas do nosso país de forma totalmente impune. Aliás, em relação diametralmente oposta àquilo que uma sociedade madura e racional deveria fazer, que seria criticar e contestar as acusações - normalmente estas acusações em praça pública até são bem recebidas pela população em geral e apadrinhadas pelos nossos media, que as transformam em telenovelas mediáticas, muito ao estilo daquilo que se lê nas revistas cor-de-rosa que abundam pelo país.
Há muito pouco mais a dizer em relação à historieta da Cova da Moura... infelizmente para os detractores de José Sócrates isto não passa mesmo de uma telenovela mediática baseada nas afirmações de uma tal de "fulana de tal" da qual nunca ouvi falar, e de quem, muito sinceramente, nunca hei-de querer ouvir.
Enquanto em Portugal "fulanos-de-tal" tiverem este tipo poder "bufo", estamos mal. Muito mal.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Quem é, afinal, Cavaco Silva?
Face ao pobre discurso do Presidente, que se não fosse tão sério, até seria uma verdadeira comédia, gostaria de dizer mais o seguinte:
- Vimos um homem, que se diz imparcial (e que deveria sê-lo pelo cargo que ocupa), defender claramente os interesses do PSD e fazer ataques ao governo (um Presidente NÃO PODE fazer isto!)
- Vimos um homem que leu um texto que um qualquer dos seus assessores escreveu, texto que leu de forma aliás errada, um discurso que duvido corresponda de facto ao que ele "pensa" se é que ele "pensa" alguma coisa neste momento (ficou a dúvida)
-Vimos um homem dizer que não gosta de ser incomodado nas suas férias por membros do governo, quando em Portugal há gente que se mata a trabalhar para lhe pagar aquele salário.
-Vimos um analfabeto funcional admitir em público que não percebe nada de "emails" ou dessas modernices produzir afirmações estapafúrdias sobre segurança em sistemas informáticos, que se não viesse de onde vem, até poderia ser de rir até cair.
Enfim, ainda há gente que se queixa do RSI, que muito boa gente recebe, andamos nós aqui a sustentar este verdadeiro mandrião com um salário 30 mil vezes superior ao RSI, que quer é estar na sua casa no Algarve e que o deixem em paz.
Infelizmente este homem de que vos escrevo é Cavaco Silva, o nosso Presidente da República, que pelo cargo que ocupa muita gente leva a sério... e isso indigna-me profundamente.
- Vimos um homem, que se diz imparcial (e que deveria sê-lo pelo cargo que ocupa), defender claramente os interesses do PSD e fazer ataques ao governo (um Presidente NÃO PODE fazer isto!)
- Vimos um homem que leu um texto que um qualquer dos seus assessores escreveu, texto que leu de forma aliás errada, um discurso que duvido corresponda de facto ao que ele "pensa" se é que ele "pensa" alguma coisa neste momento (ficou a dúvida)
-Vimos um homem fazer insinuações brutais numa época difícil em que o país passará a ter um novo governo.
-Vimos um homem dizer que não gosta de ser incomodado nas suas férias por membros do governo, quando em Portugal há gente que se mata a trabalhar para lhe pagar aquele salário.
-Vimos um analfabeto funcional admitir em público que não percebe nada de "emails" ou dessas modernices produzir afirmações estapafúrdias sobre segurança em sistemas informáticos, que se não viesse de onde vem, até poderia ser de rir até cair.
Enfim, ainda há gente que se queixa do RSI, que muito boa gente recebe, andamos nós aqui a sustentar este verdadeiro mandrião com um salário 30 mil vezes superior ao RSI, que quer é estar na sua casa no Algarve e que o deixem em paz.
Infelizmente este homem de que vos escrevo é Cavaco Silva, o nosso Presidente da República, que pelo cargo que ocupa muita gente leva a sério... e isso indigna-me profundamente.
E a montanha pariu o rato (palminhas, palminhas!!)
Afinal eu tinha razão! (é sempre bom saber que se tem razão!)
Cavaco Silva produziu um discurso críptico, sem qualquer valor factual, a não ser a confirmação de que também ele foi acometido pela doença da "paranóia colectiva", que pelos vistos afectou metade da sua Casa Civil, e ainda mais alguns direitistas de carteirinha, para além dele próprio obviamente.
Mas vamos por partes - primeiro vamos aos factos:
1) Cavaco confirma que o seu nome foi utilizado indevidamente por Fernando Lima e daí vem o seu afastamento;
2) Não houve escutas nenhumas, apenas uma TOTAL e COMPLETA crise paranóica.
Estes são os únicos dois factos que se podem retirar das declarações do Presidente.
Em seguida, vamos procurar analisar algumas das afirmações do Nosso Presidente contidas na sua declaração de hoje:
a) O primeiro facto que aprendemos foi que o Sr. Presidente foi profundamente incomodado nas suas férias, por uns tipos horríveis do PS, como se isso não fizesse parte do seu cargo. Esta afirmação denota arrogância e pretenciosismo, e até mesmo preguiça. Cavaco foi eleito para estar SEMPRE disponível para os portugueses.
b) Cavaco Silva acusou o PS de o procurar "encostar" ao PSD. Hello, Cavaco???? Ninguém precisa de o encostar ao PSD, todos nós sabemos que o sr. É do PSD, se não mesmo que É o PSD ou, pelo menos, foi o PSD. Se de facto foi confrontado por membros do PS para se pronunciar, porque não ignorou simplesmente o facto, ou os convocou para se explicarem, ou convocou até mesmo uma conferência de imprensa? O ultimato de que fala parece-me um exagero disparatado, o Sr. Presidente não é obrigado obviamente a responder a nada. Esta afirmação denota um profundo mal-estar com a presença de um partido que não o seu no governo.
c) Fala da tentativa de o puxar para a propaganda politico-partidária e de tentarem manipular a opinião pública, mas a manchete do Público de 18 de Agosto não teve o mesmo efeito, se não mesmo pior? Porque preferiu omitir por completo o comportamento do jornal o Público? Teve algo a ver com a publicação desta notícia? Esta afirmação denota parcialidade por parte do Presidente da República.
d) Afirma que não há crime em alguém sentir "desconfiança" das afirmações de outrém. Ora, da mesma forma que não há crime em se sentir desconfiança das afirmações de outrém, também não há crime em que esse outrém se defenda das acusações de desconfiança, e queira limpar o seu bom nome! Esta afirmação é aliás um pouco pobre e supérflua. Utilizar do senso-comum popular não fica bem a um Presidente, do qual se exige um discurso mais elevado e racional. Esta afirmação denota falta de nível intelectual por parte do Presidente da República
e) Afirma ainda que existem "vulnerabilidades" no sistema informático de Belém... Nas afirmações que fez fica evidente que o Sr. Presidente da República deve entender muito pouco se não mesmo NADA de informática, de emails, etc. Não que seja grave, mas se não percebe nada, mais vale ficar calado. O que tem a ver a circulação de um email interno do Público com a vulnerabilidade ou não do sistema informático de Belém????
f) O presidente afirma que deixou para depois das eleições de domingo as pretensas "explicações" para evitar interferir na campanha eleitoral - apesar de o fazer agora acabando por interferir noutra campanha eleitoral. Será que o Sr. Presidente, que devia de facto ser isento, acha que as Autárquicas não são igualmente importantes para o "Superior Interesse Nacional"? Se o Sr. Presidente acha que trazer este assunto para a comunicação social no passado mês de Agosto foi uma tentativa de manipulação, não podem ser as suas declarações de agora uma evidente tentativa de manipulação também do acto eleitoral que se avizinha? Isto é muito grave.
Finalmente, muito ficou por explicar e, principalmente, o que fica do discurso e do comportamento de Cavaco, é que não é de facto imparcial como afirma ser, e que permite uma ligação "perigosa" entre os seus assessores e a Imprensa, em nome de uma pretensa "lealdade" que tem a esses mesmos assessores, e que devia estar abaixo dos interesses da Nação.
Outra palavra que ficou totalmente ausente no seu discurso foi a palavra "escutas"...
Enfim, a montanha pariu o rato, lá no PSD e nos sindicatos de profes bateram todos muitas palminhas e a telenovela continua... mais uma vez em prol dos verdadeiros problemas da nação e dos problemas das localidades.
Sobretudo, o comportamento de Cavaco ficou muito aquém daquele que deve ser o comportamento de um Presidente da República. Cavaco deu uma no cravo, outra na ferradura. Se por um lado diz que opta por não interferir na campanha política, este discurso demonstra que não tem quaisquer problemas em interferir directamente na política (mesmo que não na campanha legislativa, e apesar de o fazer em plena campanha para as Autárquicas) nacional, ao demonstrar parcialidade e ambiguidade nas suas declarações e ao atacar directamente membros do partido de Governo, que terá de convidar a formar novo Governo daqui a duas semanas.
Que saudades de Jorge Sampaio!
Cavaco Silva produziu um discurso críptico, sem qualquer valor factual, a não ser a confirmação de que também ele foi acometido pela doença da "paranóia colectiva", que pelos vistos afectou metade da sua Casa Civil, e ainda mais alguns direitistas de carteirinha, para além dele próprio obviamente.
Mas vamos por partes - primeiro vamos aos factos:
1) Cavaco confirma que o seu nome foi utilizado indevidamente por Fernando Lima e daí vem o seu afastamento;
2) Não houve escutas nenhumas, apenas uma TOTAL e COMPLETA crise paranóica.
Estes são os únicos dois factos que se podem retirar das declarações do Presidente.
Em seguida, vamos procurar analisar algumas das afirmações do Nosso Presidente contidas na sua declaração de hoje:
a) O primeiro facto que aprendemos foi que o Sr. Presidente foi profundamente incomodado nas suas férias, por uns tipos horríveis do PS, como se isso não fizesse parte do seu cargo. Esta afirmação denota arrogância e pretenciosismo, e até mesmo preguiça. Cavaco foi eleito para estar SEMPRE disponível para os portugueses.
b) Cavaco Silva acusou o PS de o procurar "encostar" ao PSD. Hello, Cavaco???? Ninguém precisa de o encostar ao PSD, todos nós sabemos que o sr. É do PSD, se não mesmo que É o PSD ou, pelo menos, foi o PSD. Se de facto foi confrontado por membros do PS para se pronunciar, porque não ignorou simplesmente o facto, ou os convocou para se explicarem, ou convocou até mesmo uma conferência de imprensa? O ultimato de que fala parece-me um exagero disparatado, o Sr. Presidente não é obrigado obviamente a responder a nada. Esta afirmação denota um profundo mal-estar com a presença de um partido que não o seu no governo.
c) Fala da tentativa de o puxar para a propaganda politico-partidária e de tentarem manipular a opinião pública, mas a manchete do Público de 18 de Agosto não teve o mesmo efeito, se não mesmo pior? Porque preferiu omitir por completo o comportamento do jornal o Público? Teve algo a ver com a publicação desta notícia? Esta afirmação denota parcialidade por parte do Presidente da República.
d) Afirma que não há crime em alguém sentir "desconfiança" das afirmações de outrém. Ora, da mesma forma que não há crime em se sentir desconfiança das afirmações de outrém, também não há crime em que esse outrém se defenda das acusações de desconfiança, e queira limpar o seu bom nome! Esta afirmação é aliás um pouco pobre e supérflua. Utilizar do senso-comum popular não fica bem a um Presidente, do qual se exige um discurso mais elevado e racional. Esta afirmação denota falta de nível intelectual por parte do Presidente da República
e) Afirma ainda que existem "vulnerabilidades" no sistema informático de Belém... Nas afirmações que fez fica evidente que o Sr. Presidente da República deve entender muito pouco se não mesmo NADA de informática, de emails, etc. Não que seja grave, mas se não percebe nada, mais vale ficar calado. O que tem a ver a circulação de um email interno do Público com a vulnerabilidade ou não do sistema informático de Belém????
f) O presidente afirma que deixou para depois das eleições de domingo as pretensas "explicações" para evitar interferir na campanha eleitoral - apesar de o fazer agora acabando por interferir noutra campanha eleitoral. Será que o Sr. Presidente, que devia de facto ser isento, acha que as Autárquicas não são igualmente importantes para o "Superior Interesse Nacional"? Se o Sr. Presidente acha que trazer este assunto para a comunicação social no passado mês de Agosto foi uma tentativa de manipulação, não podem ser as suas declarações de agora uma evidente tentativa de manipulação também do acto eleitoral que se avizinha? Isto é muito grave.
Finalmente, muito ficou por explicar e, principalmente, o que fica do discurso e do comportamento de Cavaco, é que não é de facto imparcial como afirma ser, e que permite uma ligação "perigosa" entre os seus assessores e a Imprensa, em nome de uma pretensa "lealdade" que tem a esses mesmos assessores, e que devia estar abaixo dos interesses da Nação.
Outra palavra que ficou totalmente ausente no seu discurso foi a palavra "escutas"...
Enfim, a montanha pariu o rato, lá no PSD e nos sindicatos de profes bateram todos muitas palminhas e a telenovela continua... mais uma vez em prol dos verdadeiros problemas da nação e dos problemas das localidades.
Sobretudo, o comportamento de Cavaco ficou muito aquém daquele que deve ser o comportamento de um Presidente da República. Cavaco deu uma no cravo, outra na ferradura. Se por um lado diz que opta por não interferir na campanha política, este discurso demonstra que não tem quaisquer problemas em interferir directamente na política (mesmo que não na campanha legislativa, e apesar de o fazer em plena campanha para as Autárquicas) nacional, ao demonstrar parcialidade e ambiguidade nas suas declarações e ao atacar directamente membros do partido de Governo, que terá de convidar a formar novo Governo daqui a duas semanas.
Que saudades de Jorge Sampaio!
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O Passado e o Futuro de Paulo Portas
Enquanto o país vivia a telenovela do FREEPORT, uma telenovela de factóides e insinuações, passou ao lado da imprensa nacional o descalabre total que foi o processo de aquisição de submarinos em 2004, quando Paulo Portas era Ministro da Defesa.
Paulo Portas, durante a campanha, falou muito em contas públicas, em tê-las em dia, em que elas fossem claras, algo que certamente lhe deu muitos votos - mas o que defendeu nos seus discursos, não conseguiu ele fazê-lo quando assumiu uma pasta ministerial (para nem sequer falar do caso "Moderna" que foi mais uma grande confusão) - o que vem demonstrando aquilo que eu tenho vindo a dizer desde sempre - Paulo Portas é um grande embuste mediático, um homem que sabe muito bem mexer-se nos meandros da Comunicação Social, ou não tivesse sido ele o jornalista que foi - mas o que ele diz, certamente nunca colocará na prática.
Todos temos telhados de vidro, é certo, mas Paulo Portas, e a direita em geral, não podem chamar a si o monopólio da verdade e da clareza - como foi feito inúmeras vezes durante a campanha eleitoral, insinuando falta de "clareza" no discurso do PS, em contraste com a política "de verdade" da direita - porque como qualquer outro que se assume detentor da verdade absoluta, um dia isso cair-lhe-á em cima e as críticas choverão certamente.
Aconteceu isso com o PSD durante a campanha, a sua queda foi certamente mais rápida que a queda de Portas que preconizo - e que acontecerá certamente, seja com o caso dos submarinos, seja com qualquer outro caso que venha a aparecer.
Paulo Portas, durante a campanha, falou muito em contas públicas, em tê-las em dia, em que elas fossem claras, algo que certamente lhe deu muitos votos - mas o que defendeu nos seus discursos, não conseguiu ele fazê-lo quando assumiu uma pasta ministerial (para nem sequer falar do caso "Moderna" que foi mais uma grande confusão) - o que vem demonstrando aquilo que eu tenho vindo a dizer desde sempre - Paulo Portas é um grande embuste mediático, um homem que sabe muito bem mexer-se nos meandros da Comunicação Social, ou não tivesse sido ele o jornalista que foi - mas o que ele diz, certamente nunca colocará na prática.
Todos temos telhados de vidro, é certo, mas Paulo Portas, e a direita em geral, não podem chamar a si o monopólio da verdade e da clareza - como foi feito inúmeras vezes durante a campanha eleitoral, insinuando falta de "clareza" no discurso do PS, em contraste com a política "de verdade" da direita - porque como qualquer outro que se assume detentor da verdade absoluta, um dia isso cair-lhe-á em cima e as críticas choverão certamente.
Aconteceu isso com o PSD durante a campanha, a sua queda foi certamente mais rápida que a queda de Portas que preconizo - e que acontecerá certamente, seja com o caso dos submarinos, seja com qualquer outro caso que venha a aparecer.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Sócrates venceu, a esquerda venceu ... as políticas neo-liberais perderam
Não vou fazer quaisquer prognósticos de como será a constituição de Governo porque, na minha opinião - ainda está tudo em aberto. Não só porque estão por definir as cores políticas de quatro deputados (dos círculos Europa e Resto do Mundo), que num parlamento tão renhido poderão fazer enorme diferença - especialmente se o PS conseguir mais de dois deputados neste círculo. Ainda não percebi muito bem por que razão este facto tem sido tão escamoteado.
Porém, acho que o pormenor mais importante a realçar nestas eleições tão renhidas é o seguinte - A esquerda tem maioria absoluta no Parlamento.
Isto indica um claro NÃO às políticas neo-liberais do CDS-PP e do PSD... e custa-me entender como alguns podem interpretar os resultados legislativos como uma vitória da direita, ou do CDS-PP.
José Sócrates é um homem político hábil, inteligente, e sobretudo muito pragmático e deve estar neste momento a equacionar todas as opções que tem à sua disposição.
A coligação com Paulo Portas, pelo menos a meu ver, é difícil, dada a quase total incompatibilidade programática dos dois partidos. Ainda, existe, a meu ver, um claro NÃO dos portugueses às políticas neo-liberais.
O importante para José Sócrates é conseguir governar e continuar as reformas de que o país tanto precisa. Isso será seguramente feito, apesar das alterações das regras do jogo. O importante é manter o optimismo.
Porém, acho que o pormenor mais importante a realçar nestas eleições tão renhidas é o seguinte - A esquerda tem maioria absoluta no Parlamento.
Isto indica um claro NÃO às políticas neo-liberais do CDS-PP e do PSD... e custa-me entender como alguns podem interpretar os resultados legislativos como uma vitória da direita, ou do CDS-PP.
José Sócrates é um homem político hábil, inteligente, e sobretudo muito pragmático e deve estar neste momento a equacionar todas as opções que tem à sua disposição.
A coligação com Paulo Portas, pelo menos a meu ver, é difícil, dada a quase total incompatibilidade programática dos dois partidos. Ainda, existe, a meu ver, um claro NÃO dos portugueses às políticas neo-liberais.
O importante para José Sócrates é conseguir governar e continuar as reformas de que o país tanto precisa. Isso será seguramente feito, apesar das alterações das regras do jogo. O importante é manter o optimismo.
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domingo, 27 de setembro de 2009
Vitória expressiva, contra tudo e contra todos.
O PS ( e também José Sócrates) tiveram hoje uma grande vitória eleitoral. Contra tudo e contra todos, contra difamações, contra mentiras, contra falsidades. Acima de tudo e de forma mais relevante, o PS obteve uma vitória eleitoral num período difícil de crise internacional, num período em que muitas medidas pouco populares tiveram que ser (e foram!) tomadas na legislatura anterior.
Não há dúvida que a continuidade de José Sócrates enquanto primeiro-ministro foi legitimada. Neste momento é importante que os restantes partidos com assento parlamentar se desviem um pouco do discurso radical que os tem marcado ou, trocando por miúdos, de serem contra apenas por serem contra.
Antes das eleições ainda tinham a desculpa de estarem em período de campanha, sendo compreensível essa atitude no sentido de ganhar ou perder votos, mas neste momento, é MUITO mais importante a responsabilidade política.
É agora que gostaria de ver se os restantes líderes partidários têm tanto jogo de cintura quanto José Sócrates, e acima de tudo, o mesmo sentido de responsabilidade política.
P.S. Em relação ainda Às eleições, há algo que me parece estar a ser um pouco escamoteado nos comentários que tenho ouvido e lido, que é a questão do círculo eleitoral dos emigrantes (2 Europa, 2 Resto do Mundo). Se houver uma reviravolta em relação às eleições de 2005 por exemplo, o PS obteria mais 3 deputados, isso contribuiria certamente para uma maior estabilidade governativa.
Não há dúvida que a continuidade de José Sócrates enquanto primeiro-ministro foi legitimada. Neste momento é importante que os restantes partidos com assento parlamentar se desviem um pouco do discurso radical que os tem marcado ou, trocando por miúdos, de serem contra apenas por serem contra.
Antes das eleições ainda tinham a desculpa de estarem em período de campanha, sendo compreensível essa atitude no sentido de ganhar ou perder votos, mas neste momento, é MUITO mais importante a responsabilidade política.
É agora que gostaria de ver se os restantes líderes partidários têm tanto jogo de cintura quanto José Sócrates, e acima de tudo, o mesmo sentido de responsabilidade política.
P.S. Em relação ainda Às eleições, há algo que me parece estar a ser um pouco escamoteado nos comentários que tenho ouvido e lido, que é a questão do círculo eleitoral dos emigrantes (2 Europa, 2 Resto do Mundo). Se houver uma reviravolta em relação às eleições de 2005 por exemplo, o PS obteria mais 3 deputados, isso contribuiria certamente para uma maior estabilidade governativa.
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O FIM DA IDADE MÉDIA
Conseguimos! Parabéns a todos!.. livramo-nos finalmente de todos estes fantasmas e monstros que nos têm atormentado nas últimas semanas, estando nós a dormir ou acordados, e que nos provocavam pensamentos hediondos, imagens de um Portugal negro, atrasado, isolado, e triste, MUITO triste.
Quanto a mim, ganhou o optimismo, ganhou a felicidade, ganhou o futuro!!
Em relação à campanha, espero que isto seja a prova daquilo que eu tenho vindo a dizer desde o início - PSD, e outros que tais, a opinião pública NÃO É ESTÚPIDA!
A vossa propaganda de insinuações, difamações, mentiras e notícias plantadas de nada serviu.
Assim, fico duplamente contente pelo resultado, porque demonstra que o nosso povo não é de facto ingénuo e não vai em cantigas.
Políticos como Pacheco Pereira, Ferreira Leite, jornalistas como JMF etc.e ainda uma grande percentagem de profes.... e todos os que têm procurado endrominar-nos e envenenar-nos com campanhas de casos, levam agora para casa uma grande bofetada bem dada. Espero que isto sirva de lição e que as próximas campanhas sejam mais elevadas. Chega de sujeiras. Chega de mentiras, de manipulação de números, de histórias inventadas, de asfixias. CHEGA!
Quanto a mim, declaro oficialmente O FIM DA IDADE MÉDIA! A ERA DAS TREVAS ACABOU!!!!
WELCOME BACK TO THE LIGHT!
Quanto a mim, ganhou o optimismo, ganhou a felicidade, ganhou o futuro!!
Em relação à campanha, espero que isto seja a prova daquilo que eu tenho vindo a dizer desde o início - PSD, e outros que tais, a opinião pública NÃO É ESTÚPIDA!
A vossa propaganda de insinuações, difamações, mentiras e notícias plantadas de nada serviu.
Assim, fico duplamente contente pelo resultado, porque demonstra que o nosso povo não é de facto ingénuo e não vai em cantigas.
Políticos como Pacheco Pereira, Ferreira Leite, jornalistas como JMF etc.e ainda uma grande percentagem de profes.... e todos os que têm procurado endrominar-nos e envenenar-nos com campanhas de casos, levam agora para casa uma grande bofetada bem dada. Espero que isto sirva de lição e que as próximas campanhas sejam mais elevadas. Chega de sujeiras. Chega de mentiras, de manipulação de números, de histórias inventadas, de asfixias. CHEGA!
Quanto a mim, declaro oficialmente O FIM DA IDADE MÉDIA! A ERA DAS TREVAS ACABOU!!!!
WELCOME BACK TO THE LIGHT!
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O PSD acaba como começa: com mentiras
Como é que um partido que aceita e apoia a vergonha que se vive na Madeira (que vive sob os auspícios de uma ditadura, em todos os sentidos da palavra) tem a CORAGEM de fazer um discurso deste género?
É de uma hipocrisia quase surreal...
O PSD acaba assim a sua campanha como começou: com as frases que sugerem, com as frases insinuadas, com as acusações infundadas, com as falsidades e as mentiras, com as difamações em praça pública, com aquilo que realmente é o seu programa eleitoral: o maior embuste democrático desde o 25 de Abril.
É de uma hipocrisia quase surreal...
O PSD acaba assim a sua campanha como começou: com as frases que sugerem, com as frases insinuadas, com as acusações infundadas, com as falsidades e as mentiras, com as difamações em praça pública, com aquilo que realmente é o seu programa eleitoral: o maior embuste democrático desde o 25 de Abril.
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A manipulação da comunicação social tornou-se insuportável
Ainda há dias chamei a atenção para a situação terrível de asfixia democrática que se vive no Concelho de Gondomar que foi largamente escamoteada pela comunicação social, que "abafou" praticamente o caso.
Agora, a 24 horas da campanha, surge mais uma notícia populista e sensacionalista no Público online.. A CDU acusa o PS local de impedir a realização de um comício num teatro, em Braga.
O que é preocupante é que já algo semelhante havia acontecido À CDU aqui há uns dias por parte de uma câmara de direita, e este caso foi outra vez escamoteado pelos media.
Ainda mais preocupante é a situação insuportável que se vive em Gondomar, e do qual ninguém quis falar.
A comunicação social em Portugal, e em particular o jornal o Público chegaram ao ponto mais baixo da sua existência. O jornalismo em Portugal é irresponsável. Uma vergonha.
Agora, a 24 horas da campanha, surge mais uma notícia populista e sensacionalista no Público online.. A CDU acusa o PS local de impedir a realização de um comício num teatro, em Braga.
O que é preocupante é que já algo semelhante havia acontecido À CDU aqui há uns dias por parte de uma câmara de direita, e este caso foi outra vez escamoteado pelos media.
Ainda mais preocupante é a situação insuportável que se vive em Gondomar, e do qual ninguém quis falar.
A comunicação social em Portugal, e em particular o jornal o Público chegaram ao ponto mais baixo da sua existência. O jornalismo em Portugal é irresponsável. Uma vergonha.
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Luis Figo apoia a candidadura de José Sócrates...
Luis Figo manifestou hoje de manhã, num hotel em Belém, o seu apoio ao PS nestas legislativas em Portugal. Entretanto, no Público, o grande jornal do grande jornalismo português, nem uma palavra sobre o assunto. Pelos vistos interessa mais a inventona das escutas.
Nas suas palavras:
"Apoio José Sócrates unicamente pelas minhas convicções e pelo trabalho feito nos últimos quatro anos e meio, apesar das dificuldades existentes em todo o mundo. Sócrates é uma pessoa séria, honesta e profissional"
Obrigado, Figo!
Avança Portugal!
Nas suas palavras:
"Apoio José Sócrates unicamente pelas minhas convicções e pelo trabalho feito nos últimos quatro anos e meio, apesar das dificuldades existentes em todo o mundo. Sócrates é uma pessoa séria, honesta e profissional"
Obrigado, Figo!
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Mais uma inventona...
Já repararam que agora o Público vive das notícias dos outros? Ontem foi o dia todo com aquela inventona do José Lello feita pelo Aníbal Amaral.. hoje vai ser o dia todo com mais esta fantochada agora "plantada" pelo Expresso.
Como é óbvio não há escutas nenhumas - e isto é a tentativa final de prejudicar o PS , pena é que como todas as outras o tiro lhes vai sair pela culatra.
Como é óbvio não há escutas nenhumas - e isto é a tentativa final de prejudicar o PS , pena é que como todas as outras o tiro lhes vai sair pela culatra.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Os palhaços também têm tempo de Antena!
Parece que agora os palhaços também têm tempo de Antena em Portugal!
O jornalismo em Portugal - acredito eu - atingiu o seu mais baixo nível de sempre. Nunca vi uma tentativa tão baixa e tão grave de difamação de políticos em Portugal, num ataque sem precedentes da oposição ao governo. Começou como começou, foi-lhe descoberta a careca, mas parece que tentam voltar ao contra-ataque..
Será que pensam que os portugueses são estúpidos? O grande problema das pessoas por trás deste tipo de oposição, e tenho repetido isto muitas vezes, é que passam um atestado de burrice aos portugueses, e ainda não perceberam que a opinião pública não está com eles...
O jornalismo em Portugal - acredito eu - atingiu o seu mais baixo nível de sempre. Nunca vi uma tentativa tão baixa e tão grave de difamação de políticos em Portugal, num ataque sem precedentes da oposição ao governo. Começou como começou, foi-lhe descoberta a careca, mas parece que tentam voltar ao contra-ataque..
Será que pensam que os portugueses são estúpidos? O grande problema das pessoas por trás deste tipo de oposição, e tenho repetido isto muitas vezes, é que passam um atestado de burrice aos portugueses, e ainda não perceberam que a opinião pública não está com eles...
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Quem se mete com os professores, leva
O comentário do dia (do Público online):
23.09.2009 - 22h10 - Anónimo, Algures perto do magalhães
Só visto. Se o governo andasse a distribuir os últimos magalhães dias antes das eleições, fuzilavam o Sócrates, porque andaria só a fazer propaganda. Como o governo não anda a distribuir magalhães á pressa, fuzilam o Sócrates na mesma. Nunva vi tanto troca-tintas no PSD.
Nem mais, palavras para quê!
23.09.2009 - 22h10 - Anónimo, Algures perto do magalhães
Só visto. Se o governo andasse a distribuir os últimos magalhães dias antes das eleições, fuzilavam o Sócrates, porque andaria só a fazer propaganda. Como o governo não anda a distribuir magalhães á pressa, fuzilam o Sócrates na mesma. Nunva vi tanto troca-tintas no PSD.
Nem mais, palavras para quê!
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Valentim Loureiro e a asfixia democrática.
Já é mais do que conhecida a forma como Valentim Loureiro faz "política".
Valentim Loureiro é um dos exemplos máximos da ala "populista" do PSD - já todos ouvimos falar dos electrodomésticos oferecidos a eleitores, e coisas do género.
O que é estranho é que numa campanha eleitoral em que o PSD tem apostado nas acusações de asfixia democrática - acusações estas que são imediatamente repetidas e divulgadas a bandeiras despregadas pelos media - que este caso, este caso e este caso, que ocorrem paralelamente à campanha tenham sido largamente escamoteados pelos principais meios de comunicação social do país.
Estamos frente a um caso sério e real de asfixia democrática num dos concelhos mais habitados do país, onde a oposição ao PSD é claramente perseguida, impedida de fazer propaganda, impedida de falar, impedida de se exprimir.
Gostava que todos pensássemos nisso. É difícil perceber a razão por detrás deste grande "esquecimento" por parte da comunicação social em Portugal.
A situação que se vive em Gondomar é preocupante, e não deve ser ignorada.
Valentim Loureiro é um dos exemplos máximos da ala "populista" do PSD - já todos ouvimos falar dos electrodomésticos oferecidos a eleitores, e coisas do género.
O que é estranho é que numa campanha eleitoral em que o PSD tem apostado nas acusações de asfixia democrática - acusações estas que são imediatamente repetidas e divulgadas a bandeiras despregadas pelos media - que este caso, este caso e este caso, que ocorrem paralelamente à campanha tenham sido largamente escamoteados pelos principais meios de comunicação social do país.
Estamos frente a um caso sério e real de asfixia democrática num dos concelhos mais habitados do país, onde a oposição ao PSD é claramente perseguida, impedida de fazer propaganda, impedida de falar, impedida de se exprimir.
Gostava que todos pensássemos nisso. É difícil perceber a razão por detrás deste grande "esquecimento" por parte da comunicação social em Portugal.
A situação que se vive em Gondomar é preocupante, e não deve ser ignorada.
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E viva o sensacionalismo
Numa notícia publicitada recentemente no Público online, e à qual é dada alguma relevância, lê-se em letras garrafais "Portugal foi o país da União Europeia que mais fundos estruturais perdeu em 2008".
Isto mais uma vez demonstra o sensacionalismo que vem ocupando espaço nos media em Portugal. Se não vejamos:
1 - Estamos a falar em 2 % do "bolo" total de fundos estruturais. A própria União Europeia desdramatizou o que vem ser dramatizado no Público
2 - Para a obtenção de fundos estruturais, tem de haver um projecto submetido a avaliação. Isto tem muito pouco a ver com a actuação do governo.
3 - A "big picture". Portugal tem vindo a perder lugares na obtenção de fundos comunitários. Eu concordo com isto. Não podemos passar o resto dos nossos dias à espera que a "Europa" nos venha salvar.
Isto mais uma vez demonstra que existe irresponsabilidade na mentalidade portuguesa, que é muitas vezes grosseira nestas coisas achando que é tudo uma questão do "venha a nós o nosso reino", quando uma utilização mais eficiente e inteligente dos fundos passa por todos nós.
Isto mais uma vez demonstra o sensacionalismo que vem ocupando espaço nos media em Portugal. Se não vejamos:
1 - Estamos a falar em 2 % do "bolo" total de fundos estruturais. A própria União Europeia desdramatizou o que vem ser dramatizado no Público
2 - Para a obtenção de fundos estruturais, tem de haver um projecto submetido a avaliação. Isto tem muito pouco a ver com a actuação do governo.
3 - A "big picture". Portugal tem vindo a perder lugares na obtenção de fundos comunitários. Eu concordo com isto. Não podemos passar o resto dos nossos dias à espera que a "Europa" nos venha salvar.
Isto mais uma vez demonstra que existe irresponsabilidade na mentalidade portuguesa, que é muitas vezes grosseira nestas coisas achando que é tudo uma questão do "venha a nós o nosso reino", quando uma utilização mais eficiente e inteligente dos fundos passa por todos nós.
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