Aprendemos numa notícia, a que é dada bastante relevância no site do Público online, que José Sócrates reabriu um processo contra um jornalista.
Sendo verdade ou não (do qual duvido, vindo de onde vem), pergunto-me qual a relevância desta notícia, vinda especialmente de um jornal que está envolvido neste preciso momento num escândalo relacionado com uma possível fabricação de notícias, jornal do qual inclusivamente o próprio provedor dos leitores se questiona da sua parcialidade e de uma possível "agenda".
Na verdade, após ler a notícia, e sabendo o que tem transparecido recentemente, perguntamo-nos se não faz Sócrates muito bem em processar estes jornalistas, que se revelam irresponsáveis, difamadores, espalhadores de mentiras e boatos.
Por mim, bem quero lá saber. Aplaudo até o Sócrates, por se defender de difamações, que já são muitas.
Será que quem se mete com o Público, leva?
Começo a achar que sim ....
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
A notícia do DN
Reproduzo aqui a notícia do DN:
'E-mail' denuncia que Fernando Lima, assessor de Cavaco, entregou ao 'Público' um 'dossier' sobre as suspeitas de espionagem do Governo a Belém. (ÁUDIO - Reacção do Director do Público)
As suspeitas de escutas por parte do gabinete do primeiro-ministro à Presidência da República foram levantadas por Fernando Lima, assessor de imprensa e homem de confiança de Cavaco Silva. Lima terá, segundo documentos a que o DN teve acesso, procurado o jornalista do Público Luciano Alvarez, segundo este último, em nome do próprio Presidente. Num encontro, que terá decorrido em Abril de 2008, "num café discreto da Av. de Roma", o assessor de Belém entregou a Luciano Alvarez um dossier sobre Rui Paulo de Figueiredo, adjunto jurídico de José Sócrates, cujo comportamento levantou suspeitas aquando da visita de Cavaco Silva à Madeira. Lima estaria convencido que este adjunto de Sócrates integrou a comitiva para "observar, o mais dentro possível, os passos da visita do Presidente e o modo de funcionamento interno do staff presidencial".
Todas estas informações constam de um e-mail enviado por Alvarez ao correspondente na Madeira, Tolentino de Nóbrega, no qual relata o encontro com Fernando Lima e sugere que até seria bom que a história viesse da Madeira, para que o ónus não recaísse sobre a Presidência: "O Lima sugere e eu acho bem duas perguntas para o início do trabalho (até porque a eles também interessa que isto comece na Madeira para não parecer que foi Belém que passou esta informação, mas sim alguém ligado ao Jardim)."
Este e-mail é apenas um dos vários documentos a que o DN teve acesso, cujo conteúdo se refere a questões internas do jornal. Contactado ontem pelo DN, o editor do Nacional do Público nega a existência do mail. "É tudo forjado", disse Luciano Alvarez. Já Tolentino de Nóbrega não quis comentar "assuntos internos do jornal". Mas o DN verificou a autenticidade da correspondência junto de um dos envolvidos (ver nota da direcção).
Nesse e-mail de 23 de Abril de 2008, Alvarez refere-se ao assunto - que prefere tratar via net porque "nem os homens do Presidente da República arriscam a falar por telefone" - como a possível bomba atómica, se a história for confirmada. Admitindo que tudo não passe de "paranóia dos do PR e do Lima", faz questão de frisar que "não deixa de ser grave que o PR pense isto e que ande a passar informação ao Público, manifestando grande vontade da história vir a público." Desde que o diário dirigido por José Manuel Fernandes divulgou o caso, o que só aconteceu em Agosto deste ano, 17 meses depois, não houve qualquer desmentido da Presidência da República. Nem depois de Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, ter dito na reportagem da SIC "Como nunca os viu" que a fonte das escutas é Fernando Lima (ver pág. 3). Dos envolvidos nas alegadas escutas, só Sócrates comentou o assunto, para o classificar de "disparate de Verão".
Tolentino de Nóbrega respondeu ao mail de Alvarez a 5 de Maio de 2008. Nessa mensagem deita por terra as desconfianças de Belém: "Conforme disse em contacto telefónico, feito na semana passada, julgo que tudo isto não passa, como admitiste, de paranóia do PR & Lima". O correspondente no Funchal descreve, depois, exaustivamente, os passos que deu para tentar confirmar a que título e como Rui Paulo de Figueiredo esteve presente nas cerimónias da visita do Presidente da República à região autónoma.Quase um ano e meio depois, o jornal publica a manchete a dar conta das alegadas escutas por parte do gabinete de Sócrates a Belém, sustentando, um dia depois, notícia da véspera com as suspeitas à volta da presença de Rui Paulo de Figueiredo no Funchal. No último domingo, o assunto foi tema de um artigo crítico do Provedor dos Leitores do 'Público', Joaquim Vieira, no qual se ficou a saber, pela primeira vez, que Tolentino de Nóbrega tinha informado o editor do jornal que não conseguira confirmar qualquer das informações, inclusive num contacto pessoal com o assessor de Sócrates. Nesse artigo, Vieira anuncia voltar ao caso este fim-de-semana. O assunto está também nas mãos do Conselho Editorial do diário.
O DN tentou ontem, ao longo do dia, o contacto com o director do 'Público', José Manuel Fernandes, bem como com o assessor de imprensa do Presidente, Fernando Lima, mas nenhum respondeu aos nossos contactos.
'E-mail' denuncia que Fernando Lima, assessor de Cavaco, entregou ao 'Público' um 'dossier' sobre as suspeitas de espionagem do Governo a Belém. (ÁUDIO - Reacção do Director do Público)
As suspeitas de escutas por parte do gabinete do primeiro-ministro à Presidência da República foram levantadas por Fernando Lima, assessor de imprensa e homem de confiança de Cavaco Silva. Lima terá, segundo documentos a que o DN teve acesso, procurado o jornalista do Público Luciano Alvarez, segundo este último, em nome do próprio Presidente. Num encontro, que terá decorrido em Abril de 2008, "num café discreto da Av. de Roma", o assessor de Belém entregou a Luciano Alvarez um dossier sobre Rui Paulo de Figueiredo, adjunto jurídico de José Sócrates, cujo comportamento levantou suspeitas aquando da visita de Cavaco Silva à Madeira. Lima estaria convencido que este adjunto de Sócrates integrou a comitiva para "observar, o mais dentro possível, os passos da visita do Presidente e o modo de funcionamento interno do staff presidencial".
Todas estas informações constam de um e-mail enviado por Alvarez ao correspondente na Madeira, Tolentino de Nóbrega, no qual relata o encontro com Fernando Lima e sugere que até seria bom que a história viesse da Madeira, para que o ónus não recaísse sobre a Presidência: "O Lima sugere e eu acho bem duas perguntas para o início do trabalho (até porque a eles também interessa que isto comece na Madeira para não parecer que foi Belém que passou esta informação, mas sim alguém ligado ao Jardim)."
Este e-mail é apenas um dos vários documentos a que o DN teve acesso, cujo conteúdo se refere a questões internas do jornal. Contactado ontem pelo DN, o editor do Nacional do Público nega a existência do mail. "É tudo forjado", disse Luciano Alvarez. Já Tolentino de Nóbrega não quis comentar "assuntos internos do jornal". Mas o DN verificou a autenticidade da correspondência junto de um dos envolvidos (ver nota da direcção).
Nesse e-mail de 23 de Abril de 2008, Alvarez refere-se ao assunto - que prefere tratar via net porque "nem os homens do Presidente da República arriscam a falar por telefone" - como a possível bomba atómica, se a história for confirmada. Admitindo que tudo não passe de "paranóia dos do PR e do Lima", faz questão de frisar que "não deixa de ser grave que o PR pense isto e que ande a passar informação ao Público, manifestando grande vontade da história vir a público." Desde que o diário dirigido por José Manuel Fernandes divulgou o caso, o que só aconteceu em Agosto deste ano, 17 meses depois, não houve qualquer desmentido da Presidência da República. Nem depois de Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, ter dito na reportagem da SIC "Como nunca os viu" que a fonte das escutas é Fernando Lima (ver pág. 3). Dos envolvidos nas alegadas escutas, só Sócrates comentou o assunto, para o classificar de "disparate de Verão".
Tolentino de Nóbrega respondeu ao mail de Alvarez a 5 de Maio de 2008. Nessa mensagem deita por terra as desconfianças de Belém: "Conforme disse em contacto telefónico, feito na semana passada, julgo que tudo isto não passa, como admitiste, de paranóia do PR & Lima". O correspondente no Funchal descreve, depois, exaustivamente, os passos que deu para tentar confirmar a que título e como Rui Paulo de Figueiredo esteve presente nas cerimónias da visita do Presidente da República à região autónoma.Quase um ano e meio depois, o jornal publica a manchete a dar conta das alegadas escutas por parte do gabinete de Sócrates a Belém, sustentando, um dia depois, notícia da véspera com as suspeitas à volta da presença de Rui Paulo de Figueiredo no Funchal. No último domingo, o assunto foi tema de um artigo crítico do Provedor dos Leitores do 'Público', Joaquim Vieira, no qual se ficou a saber, pela primeira vez, que Tolentino de Nóbrega tinha informado o editor do jornal que não conseguira confirmar qualquer das informações, inclusive num contacto pessoal com o assessor de Sócrates. Nesse artigo, Vieira anuncia voltar ao caso este fim-de-semana. O assunto está também nas mãos do Conselho Editorial do diário.
O DN tentou ontem, ao longo do dia, o contacto com o director do 'Público', José Manuel Fernandes, bem como com o assessor de imprensa do Presidente, Fernando Lima, mas nenhum respondeu aos nossos contactos.
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A FALTA DE PROFISSIONALISMO DO PÚBLICO
Não tenhamos dúvidas.... NÃO houve escutas telefónicas nenhumas ao gabinete do Presidente da República. É evidente que se tal fosse o caso o Presidente da República teria uma atitude a tomar em relação a isso. ( estamos a falar de CAVACO SILVA, lembram-se?).
Esta foi uma história fabricada. Foi uma história que saiu para a opinião pública de forma irresponsável, de forma precipitada, de forma mal-feita.
Somos um povo de gente histérica. Neste país bastam um jornalista e um informador anónimo para se fazer a folha a alguém. É um vício de provinciano que ainda temos, um vício do bufo da aldeia ou do "queixinhas". Não tenhamos dúvidas disso.
Não sei se o Público está envolvido propositadamente nesta tentativa de denegrir o executivo socialista. Não tenho a certeza disso, mas levanto as minhas dúvidas.
Mas, de uma coisa tenho a certeza, os jornalistas do Público foram irresponsáveis, foram imaturos, foram pouco profissionais.
Não é preciso ser-se jornalista para se ser capaz de entender que quando se trata de um informador pelo menos três coisas devem ser verificadas:
a) a parcialidade ou imparcialidade do informador
b) a época que se enquadra na informação transmitida
c) o impacto negativo ou positivo que ´terá a publicação da notícia.
Imaginemos que um vizinho quer mandar o outro preso. Chama um jornalista e diz que o seu vizinho o assaltou. Obviamente que o jornalista não deve submeter a notícia sem um trabalho de fundo mais bem realizado. Apenas um exemplo, acho que percebem o que quero dizer.
Ora o Público não demonstrou isso. Publicou a notícia sem verificar as três alíneas referidas anteriormente. Isso das duas uma, ou revela que têm uma "agenda" anti-Sócrates, ou que são jornalistas irresponsáveis e pouco profissionais.
Tire as suas próprias conclusões.
Pela minha parte, já escrevi um email de reclamação.
Um jornal que foi um dia o MEU jornal é hoje um jornal pelo qual tenho pouquíssimo respeito.
Esta foi uma história fabricada. Foi uma história que saiu para a opinião pública de forma irresponsável, de forma precipitada, de forma mal-feita.
Somos um povo de gente histérica. Neste país bastam um jornalista e um informador anónimo para se fazer a folha a alguém. É um vício de provinciano que ainda temos, um vício do bufo da aldeia ou do "queixinhas". Não tenhamos dúvidas disso.
Não sei se o Público está envolvido propositadamente nesta tentativa de denegrir o executivo socialista. Não tenho a certeza disso, mas levanto as minhas dúvidas.
Mas, de uma coisa tenho a certeza, os jornalistas do Público foram irresponsáveis, foram imaturos, foram pouco profissionais.
Não é preciso ser-se jornalista para se ser capaz de entender que quando se trata de um informador pelo menos três coisas devem ser verificadas:
a) a parcialidade ou imparcialidade do informador
b) a época que se enquadra na informação transmitida
c) o impacto negativo ou positivo que ´terá a publicação da notícia.
Imaginemos que um vizinho quer mandar o outro preso. Chama um jornalista e diz que o seu vizinho o assaltou. Obviamente que o jornalista não deve submeter a notícia sem um trabalho de fundo mais bem realizado. Apenas um exemplo, acho que percebem o que quero dizer.
Ora o Público não demonstrou isso. Publicou a notícia sem verificar as três alíneas referidas anteriormente. Isso das duas uma, ou revela que têm uma "agenda" anti-Sócrates, ou que são jornalistas irresponsáveis e pouco profissionais.
Tire as suas próprias conclusões.
Pela minha parte, já escrevi um email de reclamação.
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O PUBLICO JÁ ASSUMIU A SUA CAMPANHA
Palavras para quê?
O Público assume, com o escândalo em torno da encomenda de notícias, e agora com esta notícia, claramente tendenciosa, que quer mesmo tirar o Sócrates do poder.
O título é tendencioso, e contradiz até o resto do texto...
PÚBLICO NUNCA MAIS!
O Público assume, com o escândalo em torno da encomenda de notícias, e agora com esta notícia, claramente tendenciosa, que quer mesmo tirar o Sócrates do poder.
O título é tendencioso, e contradiz até o resto do texto...
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ENCOMENDARAM OU NÃO ENCOMENDARAM A NOTÍCIA AO PÚBLICO?
Como é que é Público? Como é que é, jornalistas? Já chegaram a este ponto de serem um jornal propagandístico de campanha?
Eu, e muitos outros leitores assíduos do Público exigimos respostas!!! Não notícias tendenciosas e insidiosas!
a pergunta é simples: ENCOMENDARAM OU NÃO ENCOMENDARAM A NOTÍCIA AO PUBLICO?
Respondam! Basta de insinuações!
Eu, e muitos outros leitores assíduos do Público exigimos respostas!!! Não notícias tendenciosas e insidiosas!
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O EMBARAÇO DO PÚBLICO
O Público. O meu jornal. O MEU jornal. O mesmo que eu sempre trouxe debaixo do braço, o mesmo que me acompanhou online nas minhas viagens, o mesmo que me mostrou o mundo e o país.
Este era o MEU JORNAL PÚBLICO.
Público, Público, Que te aconteceu?
Estou triste, muito triste. Foi o meu jornal durante anos a fio.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Escândalos

Aparentemente, o Diário de Notícias apurou, através de documentos, que o caso de escutas do Gabinete do Presidente da República foi encomendado pelo próprio assessor ao editor do jornal Público!
O jornal o PUBLICO ainda não referiu a dita notícia, sendo que a última notícia sobre o PSD refere apenas o facto de que a Procuradoria-Geral da República decidiu não investigar o caso das compras de votos nas distritais do Partido Social-Democrata.
Ainda não tive tempo de ler a edição impressa do Diário de Notícias... mas a confirmar-se esta notícia, fica provada a minha tese de "desinformação" pegada a que nos habituou a direita populista de Portugal. Tenho vindo a defender esta tese neste blogue e arriscando parecer pretencioso vou-me dar razão a mim mesmo.
Escrevi aqui há dias sobre o tipo de propaganda "à Administração Bush" que andam a fazer os partidos da direita portuguesa, que me parecia evidente pela forma como procuravam usar a comunicação social para transmtir uma imagem de que eram os bons, os heróis, os honestos, a lutar contra os "pérfidos", "sinistros", "malignos" e "anti-democráticos" socialistas. Não ver nisto uma analogia directa com a tese do "bom americano" contra o "pérfido terrorista" é, pelo menos acredito eu, ser ceguinho.
Sendo assim, a vir confirmar-se esta notícia, demonstra-se que houve uma intenção CLARA de manipulação de informação de forma a tentar denegrir a imagem do Partido Socialista.
A que ponto vamos chegar, meus meninos, e minhas meninas? Chega de sujeiras.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A forma de noticiar.
Vê-se aqui como se noticia nos dias de hoje em Portugal - privilegiando a polémica, em prol da informação.
No Público, lemos que a OCDE publicou um estudo em que se prevê que haja 650 mil desempregados em Portugal em 2010. O PUBLICO simplesmente "se esqueceu" de referir que, no mesmo estudo, Portugal é segundo em políticas de luta contra o desemprego entre os trinta e tal países da OCDE, apenas atrás da Polónia.....
Quem quiser que daqui tire as suas conclusões... eu já tirei.
No Público, lemos que a OCDE publicou um estudo em que se prevê que haja 650 mil desempregados em Portugal em 2010. O PUBLICO simplesmente "se esqueceu" de referir que, no mesmo estudo, Portugal é segundo em políticas de luta contra o desemprego entre os trinta e tal países da OCDE, apenas atrás da Polónia.....
Quem quiser que daqui tire as suas conclusões... eu já tirei.
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Mais uma notícia populista do PUBLICO
O jornal PUBLICO tem-nos habituado à sua campanha anti-Sócrates. Tudo bem, mas a publicação de não-notícias é nefasta e irresponsável por parte de alguns jornalistas que por lá trabalham (neste caso Joana Amaral Cardoso, Margarida Gomes, Leonete Botelho).
Numa notícia publicada recentemente, podemos ler que os actores do "Vai tudo abaixo" foram corridos a pontapé pelos "vis" socialistas, que são tão mauzinhos que até mete dó e nojo. Que está aliás em sintonia com o que os propagandistas populistas têm andado a fazer recentemente em Portugal.
Em primeiro lugar, é preciso dizer o seguinte: o "Vai tudo abaixo" é um programa de humor radical, e que a ideia é mesmo essa, gerar caos e criar confusão.
De forma que publicar isto, ou é uma tentativa de fazer publicidade ao programa "Vai tudo abaixo", ou é propaganda política.
Eu opto pela segunda hipótese. Esta notícia não é mais do que um chorrilho de acusações incomprováveis e improváveis, que pretende apenas catalogar os "socialistas" de brutos e insensíveis brutamontes , que até bateram nos meninos de tão maus que são.
Convenhamos, havia mil e uma maneiras de publicar esta notícia. Sendo que a mais normal a meu ver seria do género "Actores do Vai tudo abaixo filmam mais um sketch em comício socialista". Isenta, sem conotações, sem populismos. Porque não foi esta forma a escolhida? Qual a "agenda escondida" por trás desta notícia, sras. jornalistas?
Por isso mesmo, obrigado PUBLICO, por mais uma excelente NÃO-notícia propagandística. Enquanto isso, o país pede reformas. Vamos ver quanto tempo vai ficar a notícia como manchete online do Jornal Público.
Numa notícia publicada recentemente, podemos ler que os actores do "Vai tudo abaixo" foram corridos a pontapé pelos "vis" socialistas, que são tão mauzinhos que até mete dó e nojo. Que está aliás em sintonia com o que os propagandistas populistas têm andado a fazer recentemente em Portugal.
Em primeiro lugar, é preciso dizer o seguinte: o "Vai tudo abaixo" é um programa de humor radical, e que a ideia é mesmo essa, gerar caos e criar confusão.
De forma que publicar isto, ou é uma tentativa de fazer publicidade ao programa "Vai tudo abaixo", ou é propaganda política.
Eu opto pela segunda hipótese. Esta notícia não é mais do que um chorrilho de acusações incomprováveis e improváveis, que pretende apenas catalogar os "socialistas" de brutos e insensíveis brutamontes , que até bateram nos meninos de tão maus que são.
Convenhamos, havia mil e uma maneiras de publicar esta notícia. Sendo que a mais normal a meu ver seria do género "Actores do Vai tudo abaixo filmam mais um sketch em comício socialista". Isenta, sem conotações, sem populismos. Porque não foi esta forma a escolhida? Qual a "agenda escondida" por trás desta notícia, sras. jornalistas?
Por isso mesmo, obrigado PUBLICO, por mais uma excelente NÃO-notícia propagandística. Enquanto isso, o país pede reformas. Vamos ver quanto tempo vai ficar a notícia como manchete online do Jornal Público.
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